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CAIXAS BÁSICAS - Seu Ponto de Partida


O ferreomodelismo - O ferreomodelismo é a prática de colecionar miniaturas ferroviárias e este hobby permite ao “ferreomodelista” construir cenários e idealizar suas próprias composições.

O trabalho da criança é brincar e o trem elétrico como “brinquedo” deve ser visto como um produto diferenciado, já que permite à criança ou ao jovem, imaginar e pensar de forma racional, lógica e intuitiva. É sabido também que é na infância que a criança recebe os estímulos que a farão um ser humano diferenciado no futuro.

Os valores - Estamos convictos de que importantes relações humanas como a interação “pai e filho”, “avô e netinhos”, “amigos” se perduram e se fortalecem, em momentos simples e de descontração como a prática do ferreomodelismo.

Meu Primeiro Trem Elétrico – A FRATESCHI coloca 9 modelos de caixas básicas para que você possa iniciar sua viagem. Cada uma delas possui diferentes tipos de locomotivas e vagões. No entanto, todas elas vêm com os seguintes produtos:

- 1 Locomotiva
- 3 Vagões de Carga ou Carros Passageiros
- 1 Controlador de Velocidade e Direção – 5300
- 1 Trilho Reto (220mm) – 4220
- 1 Trilho Reto de Ligação (220mm) – 4220L
- 12 Trilhos Curvos (30º x 360mm de Raio) – 4188


9 modelos de trens à sua escolha

REF. Descrição Ferrovia Loco/Vagões/Carros
6504 Expresso Trem de Prata

-

3022+2505+2506+2507
6505 Expresso Santa Cruz RFFSA 3008+2500+2501+2504
6519 Trem de passageiros antigo CPEF 3011+2495+2496+2496
6510 Trem de passageiros antigo EFCB 3010+2490+2491+2491
6511 Cargueiro geral RFFSA 3001+2017+2032+2034
6512 Cargueiro geral FEPASA 3002+2024+2031+2020
6513 Trem de Minério EFVM 3014+ 4x 2018
6516 Trem de Passageiros CVRD - EFVM 3014+2485+2486+2487
6520 Cargueiro geral ALL 3044+2074+2063+2067



Como Incrementar Meu Trem Elétrico - Depois que você adquiriu a caixa básica de seu primeiro TREM ELÉTRICO e começou a viver o ferreomodelismo você deve incrementar e expandir seu traçado. Para isto, a FRATESCHI disponibiliza caixas de expansão “customizadas” para que você não perca tempo e invista de forma balanceada seus recursos. São as caixas de HOBBY TRILHO, que compõem o sistema A,B,C.

Cenários e Construções - A FRATESCHI também disponibiliza uma série de construções para montar como casinhas, sobrados, pontes, cabines, etc. São ricos detalhes que farão sua maquete uma verdadeira cidade, conheça.

Primeiros Passos - Conheça nossas publicações de auxílio ao modelista iniciante são elas, ABC do Ferreomodelismo e Ferrovias para Você Construir, clique aqui para adquiri-las.



TRILHOS



4500 - Virador de Locomotivas
220 mm. de diâmetro
Motor elétrico de 12 V.
18 Saídas (a cada 20º)
Parada automática em cada saída.

45001
Chave de acionamento do virador
45002
Chave de ligação dos trilhos do virador





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4200 - Par de desvios automáticos completo. Comprimento do trecho reto 220 mm. Trecho curvo correspondente ao trilho 4222. Acompanha a chave de comando 41652. Trilhos em perfil de latão.
4900 - Mesmo conforme 4200 - Trilhos em nickel-silver, dormente marrom.



4045
Trilho reto 45mm (latão).

4055
Trilho reto 55mm (latão).

4110
Trilho reto 110mm (latão).

4110 D
Desengate automático
110 mm (latão).

4166 - Trilho Curvo
480 mm x 20º (latão)

4083Trilho Curvo
480 mm x 10º (latão)

4219Trilho Curvo
418 mm x 30º (latão)

4188 - Trilho Curvo
360 mm x 30º (latão)




4880 - Trilho flexível 880 mm (latão)
4980 - Mesmo conforme 4880 - Trilho em Nickel-silver, dormente marrom.

40000 - Talas de junção ( latão - pct. c/ 100 pçs.)
41653 - Pregos para fixação de trilhos ( pct. c/ aprox. 200 pçs.).
41652 - Chave de comando de desvios
42001 - Caixa de acionamento de desvios (par)
41658 - Talas de junção de ligação, com fio vermelho (6 pçs.)
41659 - Talas de junção de ligação, com fio preto (6 pçs.)

LOCOMOTIVAS - C30-7


Até a década de 70 a General Electric (GE) participava do mercado mundial com diversas locomotivas das séries chamadas “U” de Universal. No Brasil, as maiores locomotivas destas séries foram as U23C, com 2250HP de potência sendo que foram fabricadas 170 unidades em Campinas, entre 1972 e 1976. A evolução das “U” continuou até as U36C quando a GE lançou um nova série que recebeu o prefixo “C”, começando com a C30-7, que é uma locomotiva de truques de 3 eixos, com 3000HP de potência, produzida no final da década de 70.

No Brasil foram produzidas 48 C30-7, sendo 41 unidades para a E.F. Carajás e 7 para a Cutrale Quintella, para operarem nas linhas da bitola larga da Fepasa. Com a possibilidade de importar locomotivas usadas, as nossas ferrovias começaram a trazer centenas de C30-7, C36-7 e outras dos EUA. Em abril de 2007 o número delas já ultrapassava 500 no Brasil. Trata-se de 2 locomotivas emblemáticas e presentes em todas as ferrovias brasileiras nos tempos atuais.




3065 - ALL (Fase III)

3061 - MRS

3062 - C. QUINTELLA

3063 - ALL

3064 - BRASIL FERROVIAS

2 - C + C - 2


Estas locomotivas foram fabricadas nos EUA, no final da década de 30, pela General Electric. As EP-4, como eram denomidas, eram um aprimoramento de séries anteriores de locomotivas elétricas que foram utilizadas em ferrovias eletrificadas da costa leste dos EUA, especialmente a New Haven e a New York Central.

As primeiras 6 locomotivas da série EP-4 foram entregues à New Haven, em 1938, e tinham 3600 HP de potência, pesando 216 toneladas.

As primeiras 4 que vieram para o Brasil foram entregues à Companhia Paulista, em fevereiro de 1940.

Tinham 3800 HP de potência e um peso de 165 toneladas, menor do que as de New Haven, por motivos de alterações construtivas. No total, a Companhia Paulista recebeu 22 locomotivas, sendo a última entregue em abril de 1948. Na C.P. elas foram apelidadas de “V-8”.

A estrada de Ferro Central do Brasil recebeu 15 locomotivas em 1948, que foram passadas à RFFSA em 1957. Seu nome na Central era “Escandalosa”, devido ao seu tamanho avantajado e ao ruído excessivo que faziam durante o funcionamento. No ano de 1982, 10 locomotivas existentes, foram transferidas para a Fepasa.

Todas elas foram desativadas no final da década de 90 com o processo de privatização da Fepasa, pela Ferroban.




3050 - C. Antônio Prado

3059 - FEPASA (Fase III)

3053 - CENTRAL

3050 - CIA PAULISTA (Fase II)

3054 - CIA PAULISTA (Fase I)

3051 - RFFSA (Fase I)

3052 - FEPASA (Fase II)

Ten-Wheeler


Talvez o tipo de locomotiva mais versátil foi a 4-6-0, pois foi utilizada tanto para o serviço de passageiros rápidos ou de cargueiros lentos, dependendo do diâmetro das rodas motoras e da capacidade de gerar vapor, muito embora elas tenham sido utilizadas principalmente em trens de passageiros leves.

As Ten-Wheelers foram também uma das mais atrativas locomotivas a vapor, enquanto que as Consolidation foram mais populares, tinham uma aparência de potentes, e foram utilizadas mais para o serviço de carga.

Não somente no Brasil, mas no mundo todo, as ferrovias tinham muitas Ten-Wheelers, que operaram em todas as bitolas, tanto em linhas tronco como em ramais, em ferrovias pequenas ou importantes.





3018 - Ten-Wheeler CPEF

3015 - CIA. MOGIANA DE ESTRADAS DE FERRO

3015 - CIA. MOGIANA DE ESTRADAS DE FERRO

3140 - SOUTHERN PACIFIC

3141 – PENNSYLVANIA

3143 - ATCHISON TOPEKA & SANTA FE

3144 - DENVER & RIO GRANDE WESTERN

Consolidation


As Consolidation são locomotivas a vapor que têm duas rodas no truque guia oito rodas motrizes e não possuem um truque guia traseiro. Por esta razão, de acordo com a classificação "WHITE" para locomotivas a vapor, elas são codificadas como 2-8-0. As Consolidation foram assim chamadas porque várias ferrovias aderiram ao sistema "LEHIGH VALLEY", na época da construção das primeiras 2-8-0 para aquela ferrovia. Elas foram construídas após 1866 e foram utilizadas principalmente para o serviço de carga, devido às suas rodas motrizes de diâmetro reduzido. Por esta mesma razão elas tinham grande limitação de velocidade. Nosso protótipo foi construído pela Baldwin Locomotive Works, porém, a maioria dos grandes fabricantes de locomotivas a vapor construiu milhares de Consolidations entre 1866 e 1930. Esta é típica do final do século 19 e foi utilizada por quase todas as ferrovias, tanto em bitola padrão, como larga ou estreita, em todo o mundo. As primeiras Consolidation da estrada de Ferro Central do Brasil foram as de série 500 e datam de 1877 até 1915. Este protótipo especificamente, data de janeiro de 1909 e operou trens de carga até 1960, durante o período da dieselização.




3010 - CONSOLIDATION EFCB

3011 - CIA. PAULISTA DE ESTRADAS DE FERRO

3046 - ESTRADA DE FERRO SOROCABANA

3120 - SOUTHERN PACIFIC

3121 – PENNSYLVANIA

3126 - ATCHISON TOPEKA

3127 - BALTIMORE & OHIO

3132 - DENVER & RIO GRANDE WESTERN


CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Rodagem 2-8-0 Consolidation
Fabricante Baldwin Locomotive Works
Nº E.F Central do Brasil 557
Nº Baldwin 33167
Ano de fabricação 1908
Entrada em serviço Jan. 1909
Baixada 1960
Peso da locomotiva 60.341 kg
Peso do tender carregado 32.659 kg
Peso total 93.200 kg
Distribuição Stephenson  
Comprimento total 18,3 m
Força de tração 14.542 kg


U5B


Esta locomotiva é uma manobreira que foi também utilizada para trens de pequeno percurso, quando não se requer alta potência por tempo prolongado, ou em ramais de trilhos leves. Elas pertencem a uma série de locomotivas: U5B, U6B, U8B, U10B e UM10B, e foram construídas nos Estados Unidos, durante os anos 60 e 70, pela General Electric, utilizando um motor diesel Caterpillar. Após o processo de dieselização das linhas principais, na segunda metade dos anos 50, as locomotivas a vapor que restaram foram utilizadas como manobreiras, até o início dos anos 60, quando começaram a chegar as manobreiras a diesel.






3047 - ALL

3039 - MRS

3038 - EFCB

3037 – RFFSA



CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Motor Caterpillar D 379
Potência: 600 HP
Peso: 50 t
Velocidade Máxima:  64 km/h
Peso total 93.200 kg
Distribuição Stephenson  
Comprimento total 18,3 m
Força de tração 14.542 kg

G12 / G8


A G-12 e G-8 são locomotivas para serviços gerais, de baixo custo, que a General Motors produziu nos anos de 1955 até 1970. Os pontos básicos do projeto original objetivaram a produção de uma locomotiva versátil, simples, econômica, adaptável a varias bitolas, e de aplicações diversas, tanto para serviço em ramais como linhas tronco. Elas foram construídas nas versões B-B ou A1A-A1A, com ou sem freio dinâmico, e vendidas para uma grande quantidade de países, como Brasil, Cuba, México, Venezuela, Colômbia, Chile, Argentina, Nova Zelândia, Austrália, África do Sul, Nigéria, Irã, Indonésia, Egito, etc... Elas foram, até pouco tempo, as locomotivas mais populares do Brasil, estando ainda em uso, em todas as regiões do país. A maior diferença entre a G-12 e G-8 é o número de cilindros e a potência do motor diesel, V-12 com 1245 HP e V-8 com 950 HP, respectivamente.




3001 - G8 RFFSA

3055 - RFFSA

3056 - RFFSA NOROESTE

3002 - FEPASA (FASE II)

3014 - E.F. VITÓRIA A MINAS (FASE II)

3020 - FEPASA (FASE III)

3033 - FERROVIA CENTRO ATLÂNTICA

3045 - CIA. PAULISTA

3049 - ALL

G12 A - 1 – A


Conforme a classificação apresentada no livro ilustrado "A LOCOMOTIVA G-12", de José Agenor S. Ferreira, esta é a fase II destas locomotivas no Brasil.

Fabricadas em 1957, estas locomotivas apresentam como maior diferença em relação às outras G-12, o truque de 3 eixos, sendo que a roda do centro, de diâmetro menor, servia apenas para distribuir o peso da locomotiva, não sendo motorizada. Por isso, elas são classificadas como G-12 A-1-A, ou seja, 3 eixos com eixo central livre.

Foram adquiridas 20 locomotivas, que chegaram no Brasil em 1957, ainda quando a Viação Férrea Rio Grande do Sul (FVRGS) não havia sido incorporada à RFFSA. Mais tarde passaram para a RFFSA, conforme pintura do nosso modelo, e ainda mais tarde foram re-alocadas em outras regionais da RFFSA, tendo os truques sido trocados de A-1-A para truques B.

O modelo da FRATESCHI também tem como diferencial o truque A-1-A, que foi construido conforme nosso mais recente padrão de qualidade, com altíssima fidelidade aos detalhes do protótipo, e um funcionamento extremamente suave, com os volantes centralizados a um nível de precisão muito rígoroso, e a nova iluminação por leds reversíveis, de intensidade constante.



3057 – RFFSA

3101 - NEW ZEALAND RAILWAYS (FASE II)

3112 - FERROCARRILES ARGENTINOS

3149 - NEW ZEALAND RAILWAYS (FASE I)

G22U / G22CU


As G-22U e a G22CU são as primeiras de uma série de locomotivas para uso geral, fabricadas pela General Motors, como resultado de um aprimoramento das G-12. Elas têm maior potência e estilo construtivo de nariz baixo. Em 1984 haviam 129 destas locomotivas nas Divisões Regional do Sul da Rede Ferroviária Federal (RFFSA), operando nas fortes rampas do trecho Curitiba e Paranaguá, onde quatro destas locomotivas são acopladas para rebocar trens pesados, carregados com açúcar, arroz, soja, combustíveis.









3044 - G22U ALL


G22U

3004 - RFFSA (FASE I)

3016 - RFFSA (FASE II)


G22CU

3042 - RFFSA (FASE I)

3043 - ALL (FASE II)

3102 - FERROCARRILES ARGENTINOS

3117 - NCA (ARGENTINA)

3150 - METROPOLITANO (ARGENTINA)

3151 - FERROVIA (ARGENTINA)

3156 - TAIWAN (R.O.C)

3157 - TAIWAN (R.O.C)



CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
Potência 1650 HP
Disp. dos eixos B-B
Peso total 73 t
Velocidade máxima 97 km/h
Relação de transmissão 63:14
Motor diesel GM 645E (V-12)
Esforço de tração 15540 kg

FA-1


A FA-1 data do início da década de 40, quando a American Locomotive Co. (ALCO), decidiu produzir uma locomotiva capaz de competir com a versão FT da General Motors.

O projeto do motor original de 1350 HP foi desativado até 1944 por causa da 2ª Guerra Mundial. Infelizmente, após os primeiros testes, foram detectados muitos problemas técnicos no super-alimentador do turbo e no virabrequim do motor, o que fez com que fosse imediatamente iniciado um novo projeto, o chamado "244", capaz de desenvolver 1500 HP.

Os três primeiros protótipos construídos com este novo motor, deram origem à conhecida FA-1.

O estilista industrial Ray Stevenson, foi quem delineou a forma externa geral, e as primeiras 37 locomotivas puderam ser vendidas à Gulf Mobile & Oil Co.

A FA-1 foi modificada de sua versão original DL-208 para DL-208A, DL-208B para DL-208C, e posteriormente foi continuada com a versão FA-2.

As primeiras doze locomotivas exportadas vieram para a E.F. Central do Brasil, durante os meses de Maio e Junho de 1948, e foram usadas para puxar os trens de passageiros Santa Cruz e Vera Cruz, entre Rio de Janeiro e São Paulo e entre Rio de Janeiro e Belo Horizonte.



3008 - RFFSA CENTRAL

3009 - E.F. CENTRAL DO BRASIL

3104 - NEW YORK CENTRAL

3106 - ERIE

3108 - LEHIGH VALLEY

3110 - PENNSYLVANIA

3115 - S00 LINE

U-20-C


A locomotiva U-20-C foi escolhida pela FRATESCHI devido à sua crescente popularidade nas ferrovias brasileiras, durante os últimos dez anos.

Assim como a G-12 da General Motors foi considerada, em 1956, como a escolha ideal para as ferrovias de países em desenvolvimento devido à sua sua relação favorável entre custo e desempenho, a U-20-C tornou-se uma destas locomotivas de aplicação geral, usadas em bitolas que variam de 1,00m a 1,67m, tanto para serviço de passageiros como de carga, mas não recomendada para manobras em pátios.

A maioria destas locomotivas foram fabricadas na unidade brasileira de General Electric, em Campinas (SP), e fornecidas para as ferrovias brasileiras, ou exportadas para Moçambique, Jordânia, Angola, Bolívia, etc.. As locomotivas U-20-C fabricadas nos E.U.A. foram também exportadas para a Colômbia, Angola. Moçambique, Rodésia, Paquistão, etc.



3060 - Fepasa (Fase III)

3005 - RFFSA

3006 - FEPASA

3022 - RFFSA COM MOTOR

3028 - NOVOESTE

3031 - FCA

3032 - MRS

3034 - FERROBAN

3048 - ALL

3058 - BRASIL FERROVIAS

3100 - NEW ZEALAND RAILWAYS

3103 - SOUTH AFRICAN RAIWAYS

3158 - FERROSUR ROCA

3160 - SOUTH AFRICAN RAILWAYS

Metropolitanos

6316 - CPTM SIEMENS

6317 - FEPASA


6316 - Trem Metropolitano Siemens
Consta de 1 carro motor (com motor), 1 carro reboque e 1 carro motor (sem motor). Essa caixa não contém trilhos.

2316 - Carro Reboque Avulso do Trem 6316.

Obs - Para completar este trem é necessário mais 1 carro reboque.

6317 - Trem Metropolitano Fepasa
Consta de 1 carro motor (com motor), 1 carro reboque e 1 carro motor (sem motor). Essa caixa não contém trilhos.

2317 - Carro Reboque Avulso do Trem 6317

Obs - Para completar este trem são necessários mais 3 carros reboques 2317.

6514 - Trem Metropolitano Fepasa Completo

 

 
 

R. Raquel Prado, 44 - Mercês - Curitiba - PR
De 3ª a Sábado das 09h00 às 12h30 e das 13h30 às 18h00

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